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sexta-feira, 3 de março de 2017

MPF-ES cobra plano de vacinação contra febre amarela do Estado e 20 municípios



Dezoito mortes já foram confirmadas para febre amarela, segundo a Sesa (Foto: Divulgação/ Sesa)O Ministério Público Federal no Espírito Santo (MPF/ES) expediu recomendação à Secretaria estadual da Saúde (Sesa) e mais 20 municípios para que elaborem um plano de atendimento da população que deseja receber a vacina contra a febre amarela. O plano deverá ser elaborado no prazo de cinco dias, estabelecendo critérios de atendimento, de acordo com as situações prioritárias e endêmicas, sendo obrigatória sua ampla publicidade e transparência. Até o momento, mais de um milhão de pessoas já foram imunizadas contra a doença no Estado. Já foram confirmadas 18 mortes e outras 17 seguem sob investiigação.

A medida, de acordo com a procuradora da República, Elisandra Oliveira de Olímpio, que assina a recomendação, visa a garantir a universalização do acesso à saúde. “O que temos visto é que muitas pessoas estão dormindo nas filas em busca de senhas para se vacinar, já que há uma limitação diária de doses disponibilizadas. Portanto, existe a necessidade de se regularizar o processo de imunização e de agilizar sua realização, prevenindo, assim, a propagação da doença no Estado”, ressalta a procuradora.

Desde o início de 2017, o Espírito Santo recebeu 2,6 milhões de doses da vacina contra a febre amarela, com previsão de disponibilização de mais um milhão de doses extras para imunização. No entanto, de acordo com a recomendação, existem informações contraditórias acerca da possibilidade de se atender a 100% da população capixaba. A Sesa afirma que a cobertura vacinal já chega a 73,64% da população alvo.

Além da Secretaria estadual, foram enviadas recomendações para os municípios de Vitória, Afonso Cláudio, Alfredo Chaves, Anchieta, Brejetuba, Cariacica, Domingos Martins, Guarapari, Itaguaçu, Itarana, Laranja da Terra, Marechal Floriano, Santa Leopoldina, Santa Maria de Jetibá, Santa Teresa, Venda Nova do Imigrante, Viana, Vila Velha, Fundão e Serra. Todos têm cinco dias para elaborar o plano e até 30 dias para enviar informações quanto ao atendimento da recomendação, acompanhadas de documentos comprobatórios do cumprimento das providências.

Balanço

A Sesa divulgou no final da tarde desta sexta-feira (3) o balanço atualizado dos casos de febre amarela no Estado. Foram recebidas 229 notificações de suspeita de febre amarelam, sendo que apenas 30 já foram descartadas.

Do total de casos confirmados, 78 foram confirmados para febre amarela silvestre, sendo que 18 casos evoluíram para óbito – Muniz Freire (03), Ibatiba (02), Colatina (02), Irupi (02), Itarana (02), Laranja da Terra (01), Pancas (01), São Roque do Canaã (01), Afonso Cláudio (01), Brejetuba (01), Conceição do Castelo (01) e Aracruz (01). Os municípios com maior número de casos confirmados foram Ibatiba (17) e Colatina (14).

Atualmente, três pessoas seguem internadas pela doença – uma em estado grave. Existem outros 95 casos em investigação com quadro indicativo também de leptospirose, febre maculosa, dengue e outras doenças com sintomas semelhantes, de acordo com a Secretaria.

Foram registradas mortes de macacos em 52 municípios, dos quais 21 municípios tiveram amostras confirmadas para febre amarela:  Afonso Cláudio, Cariacica, Castelo,  Colatina, Conceição do Castelo, Domingos Martins, Guarapari, Ibatiba, Irupi, Itaguaçu, Itarana, Iúna, Laranja da Terra, Marechal Floriano, Pancas, Santa Maria de Jetibá, Santa Teresa, Serra, Venda Nova do Imigrante, Viana e Vitória.  

Com informações do Século Diário

Pesquisa fará levantamentos sobre as causas da febre amarela silvestre no ES


Uma pesquisa, com início neste mês de março, vai levantar os aspectos ecológicos do surto de febre amarela silvestre no Espírito Santo. O trabalho terá duração de um ano e vai ser realizado por meio de uma parceria entre a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Seama), o Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema), a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação no Espírito Santo (Fapes) e a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Há, ainda, a participação da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). O investimento na pesquisa, que será repassado pela Seama/Iema, é de R$ 182.270,00.

O evento para assinatura do convênio foi realizado na manhã desta sexta-feira (03), na reitoria da Ufes, e contou com a presença do secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Seama), Aladim Cerqueira, do secretário de Estado da Saúde (Sesa), Ricardo de Oliveira), do diretor-presidente da Fapes, José Antônio Bof Buffon, do reitor da Ufes, Reinaldo Centoducatte, e do professor de Ciências Biológicas da Ufes, Sérgio Lucena.

De acordo com o secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado, Aladim Cerqueira, este projeto pretende reunir um conjunto de informações que possa ser tratado e analisado de forma adequada, visando contribuir para o conhecimento dos processos biológicos e ambientais que favorecem ou até mesmo condicionam o surgimento do surto de febre amarela.

“Considerando que o evento está em curso na região de Mata Atlântica do Espírito Santo, a intenção é aproveitar a oportunidade para coletar o máximo de informações possíveis enquanto o surto não declina, já que esses eventos tendem a ser rápidos, durando semanas ou poucos meses. A pesquisa, portanto, envolve a coleta de informações sobre os primatas e mosquitos durante o período do surto, o processamento genético das amostras e a modelagem e análises dos resultados”, salientou o secretário.

O secretário de Saúde, Ricardo de Oliveira, ressaltou a importância da pesquisa. “Esta parceria é muito importante para toda a população do Estado. Este estudo vai ajudar, pois vamos poder acompanhar a epizootia com muito mais eficiência do que fazemos hoje. Nós vamos participar fornecendo todas as informações que a Secretaria coletou e está coletando, não só de mortes de macacos. Também vamos disponibilizar a infraestrutura do Laboratório Central, que vai fazer a articulação com os laboratórios nacionais do Ministério da Saúde, porque alguns exames laboratoriais não são feitos aqui. A nossa participação será bem ativa, porque nos interessa muito em relação à proteção da saúde da população do Estado. Na segunda parte do projeto, vamos organizar o acompanhamento do monitoramento e também o estudo efetivo da contaminação do mosquito, visto que precisamos saber se este surto vai embora ou vai permanecer aqui no Estado”, disse Oliveira.

A coordenação da pesquisa está a cargo do professor titular do Departamento de Ciências Biológicas da Ufes, Sérgio Lucena. Ele tem graduação em Ciências Biológicas pela Ufes, mestrado em Ecologia pela Universidade de Brasília e doutorado também em Ecologia pela Universidade Estadual de Campinas.

Sérgio Lucena explica que no passado ocorreram surtos de febre amarela urbana no país, transmitidos pelo Aedes aegypti, mas essa forma foi erradicada, na década de 1940, por meio de vacinação, de obras de saneamento urbano e do controle do vetor. “Todos os casos humanos registrados no Brasil têm a sua origem no ciclo silvestre, ou seja, na área de mata. O mosquito infectado pica o ser humano, desenvolvendo a virose. A morte de macacos em reservas naturais e fragmentos florestais, tanto em Minas Gerais quanto no Espírito Santo, vem ocorrendo em grande escala. Apesar das mortes atingirem principalmente os barbados, temos confirmação de morte de outras espécies, como os suas (Callicebus), saguis (Callithix), macacos-pregos (Sapajus) e evidências de que o muriqui-do-norte (Brachyteles hypoxanthus), espécie criticamente em perigo de extinção, também pode estar sendo afetada”.

O pesquisador deixa claro que o objetivo principal é investigar aspectos biológicos e ambientais relacionados à febre amarela silvestre, que está atingindo a Mata Atlântica de diversos municípios do Espírito Santo, com especial atenção à dispersão da doença na paisagem e sua relação com a morte de primatas e infecção de mosquitos.

Objetivos

Os objetivos específicos da pesquisa são:

- Identificar localidades em que primatas estão morrendo, supostamente, pelo vírus da febre amarela;

- Coletar amostras de vísceras e carcaças de animais mortos com vistas à obtenção de material biológico para teste de febre amarela, estudo de DNA, estudo taxonômico e biogeográfico;

- Monitorar as mortes de primatas nas unidades de conservação e nos seus entornos;

- Coletar mosquitos transmissores do vírus e enviar ao Instituto Evandro Chagas para identificação e testes virais;

- Implementar um sistema de informações geográficas e uma base de dados sobre o avanço da morte de primatas;

- Testar, por modelagem, as hipóteses sobre o surgimento e dispersão da virose no território capixaba;

- Investigar a presença do vírus e outros patógenos de interesse em sangue de primatas capturados vivos;

- Propor medidas preventivas e ações de conservação visando à recuperação das populações de primatas afetadas pelo surto;


- Contribuir para a difusão de informações que esclareçam à população sobre a natureza desses eventos e a importância da preservação dos primatas.

Casos de febre amarela e Zika virus deixa população de Fundão em alerta


Com toda a atenção direcionada para a febre amarela, outra doença também tem preocupado a população, Zika Vírus.  Casos da doença foram confirmados em Fundão nesta quinta-feira (03), pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). A febre amarela tem vacina, diferente do Zika, que ainda o único remédio é a prevenção. O Zika Vírus é um vírus transmitido pelos mosquitos Aedes aegypti (mesmo transmissor da dengue e da febre chikungunya) e o Aedes albopictus.
A infecção pelo vírus zika em mulheres grávidas é a causa da microcefalia e de outros distúrbios cerebrais em bebês.
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) informou que foram notificados no Espírito Santo, entre 1º janeiro e 25 de fevereiro de 2017, 65 casos de infecção pelo zika vírus. Os municípios que apresentam casos de zika confirmados são Alto Rio Novo, Aracruz, Barra de São Francisco, Cachoeiro de Itapemirim, Cariacica, Castelo, Colatina, Domingos Martins, Fundão, Guarapari, Iconha, Irupi, Itaguaçu, Itarana, Iúna, Mantenópolis, Marataízes, Marechal Floriano, Mucurici, Muniz Freire, Nova Venécia, Pinheiros, Presidente Kennedy, Santa Teresa, São José do Calçado, Serra, Sooretama, Viana, Vila Velha e Vitória.

Saiba como se prevenir

- Limpar o quintal, jogando fora o que não é utilizado;

- Tirar água dos pratos de plantas;

- Colocar garrafas vazias de cabeça para baixo;

- Tampar tonéis, depósitos de água, caixas d’água e qualquer tipo de recipiente que possa reservar água;

- Manter os quintais bem varridos, eliminando recipientes que possam acumular água, como tampinha de garrafa, folhas, sacolas plásticas etc.;

- Escovar bem as bordas dos recipientes (vasilha de água e comida de animais, pratos de plantas, tonéis, caixas d’água) e mantê-los sempre limpos.



quinta-feira, 2 de março de 2017

Caso de febre amarela é registrado em Fundão


Resultado de imagem para febre amarelaA Secretaria de Estado da Saúde do Espirito Santo (Sesa), atualizou nesta quinta-feira (02), os casos de febre amarela no estado. Um caso da doença foi registrado em Fundão. No mês de janeiro dois macacos foram encontrados mortos na zona rural do  município.
Até sexta-feira (24), a Sesa recebeu 191 notificações de suspeita de febre amarela. Vinte notificações foram descartadas. Do total de 171 casos, 76 foram confirmados para febre amarela silvestre, sendo que 17 casos evoluíram para óbito – Ibatiba (02*), Muniz Freire (03), Colatina (02), Irupi (02), Itarana (02), Laranja da Terra (01), Pancas (01), São Roque do Canaã (01), Afonso Cláudio (01), Brejetuba (01), Conceição do Castelo (01).
Os 76 casos confirmados são de moradores de Ibatiba (17), Colatina (14), Brejetuba (06), Baixo Guandu (04), Conceição do Castelo (04), Afonso Cláudio (04), Muniz Freire (04), Laranja da Terra (04), Itarana (03), Itaguaçu (02), Pancas (02), São Roque do Canaã (02), Irupi (02), e Castelo (02), Iúna (01), Marilândia (01), Cachoeiro de Itapemirim (01), Fundão (01), Ibiraçu (01), Ibitirama (01). Com isso, há 95 casos em investigação com quadro indicativo também de leptospirose, febre maculosa, dengue e outras doenças com sintomas semelhantes.
Macacos
A Sesa recebeu notificação de mortes de macacos em 40 municípios. Em 19 cidades foram confirmadas morte de macacos por febre amarela: Colatina, Pancas, Afonso Cláudio, Conceição do Castelo, Domingos Martins, Itarana, Laranja da Terra, Marechal Floriano, Santa Maria de Jetibá, Santa Teresa, Venda Nova do Imigrante, Castelo, Irupi, Iúna, Vitória, Cariacica, Viana, Serra e Guarapari.
Cobertura vacinal
Até sexta-feira (24), 993.154 pessoas foram vacinadas nos 60 municípios que estão realizando a vacinação cautelar, o que representa uma cobertura vacinal de 73,10% da população alvo.


sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Fundão entra na lista das cidades que terá vacinação preventiva contra febre amarela


A vacinação de prevenção agora também atinge dois municípios da Região Metropolitana, Viana e Fundão.


A Secretaria de Estado da Saúde informou nesta quinta-feira (26),  que  Fundão e 22 municípios foram incluídos na lista estratégica para imunização contra febre amarela, pela proximidade geográfica com a região capixaba que faz divisa com Minas Gerais por meio da faixa contínua de mata. A secretaria solicitou mais 500 mil doses da vacina contra febre amarela ao Ministério da Saúde.  As doses solicitadas serão destinadas à ampliação da vacinação cautelar no Estado. 

Além dos 37 municípios já anunciados, mais 23 vacinarão sua população como medida preventiva, totalizando 60 cidades realizando a vacinação cautelar. Os 23 municípios incluídos são: Alegre, Apiacá, Atílio Vivácqua, Bom Jesus do Norte, Cachoeiro de Itapemirim, Fundão, Ibiraçu, Jerônimo Monteiro, Mimoso do Sul, Muqui, Nova Venécia, Ponto Belo, Rio Bananal, Rio Novo do Sul, São José do Calçado, Sooretama, Vila Pavão, Vila Valério, Vargem Alta, Marechal Floriano, Viana, Alfredo Chaves e João Neiva.

“Toda ação apresentada é alinhada com o Ministério da Saúde. Nesta quinta-feira (26), em reunião com o órgão, propusemos caminhar com essa barreira de vacinação. Estamos adotando estratégias de prevenção, dando sempre um passo a frente, e ao caminhar vamos ampliando a vacinação para locais onde houver necessidade”, disse o secretário de Estado da Saúde, Ricardo de Oliveira, durante entrevista coletiva concedida nesta sexta-feira (27). Segundo Oliveira, para essa ampliação são considerados alguns critérios, como cidades que fazem divisa com Minas Gerais por meio de região de mata contínua, registro de morte de macaco e proximidade geográfica entre esses municípios.

Com esse novo quantitativo, o Estado solicitou ao todo 2 milhões de doses de vacina contra febre amarela ao Ministério da Saúde. Um milhão já chegou ao Espírito Santo e foi distribuído aos municípios, entre eles os que estão realizando vacinação cautelar ou vacinando apenas pessoas que vão viajar para áreas com recomendação de vacina contra febre amarela. Na próxima semana deve chegar mais 1 milhão de doses.

Destes 23 locais, cinco já retiraram, nesta quinta-feira (26), as vacinas para iniciar a imunização: Alfredo Chaves, Marechal Floriano, João Neiva, Viana e Vargem Alta.

Já faziam parte da lista de vacinação cautelar os municípios: Água Doce do Norte, Alto Rio Novo, Baixo Guandu, Barra de São Francisco, Brejetuba, Divino de São Lourenço, Dores do Rio Preto, Guaçuí, Ibatiba, Ibitirama, Irupi, Iúna, Laranja da Terra, Mantenópolis, Montanha, Mucurici, Pancas, Afonso Cláudio, Ecoporanga, Colatina, Itaguaçu, Governador Lindenberg, Conceição do Castelo, Venda Nova do Imigrante, São Roque do Canaã e São Gabriel da Palha.


Vacina



A orientação da Sesa é que os municípios que estão realizando vacinação cautelar vacinem primeiro quem mora na zona rural e depois as pessoas que residem na área urbana. Para o restante do Estado, a recomendação de vacinação continua a mesma: apenas pessoas que vão viajar para regiões silvestres, rurais ou de mata localizadas em áreas de risco para febre amarela, inclusive nestes municípios do Espírito Santo que estão realizando a vacinação cautelar.

Quem for viajar para áreas rurais, a Sesa orienta que utilize roupas que protejam contra picadas de insetos, como blusas de mangas compridas, calças e sapatos fechados, e que use repelente ou vacine-se com no mínimo 10 dias de antecedência se for a primeira dose.

  
Casos

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) recebeu 35 notificações de suspeita de febre amarela, sendo um caso confirmado e 34 em investigação, quatro óbitos sob investigação, com quadro indicativo também de leptospirose, febre maculosa, dengue e outras doenças com sintomas semelhantes. Os casos são de zona rural.



Total internados

·         Estáveis: 09

·         Graves: 05

14

Alta hospitalar

15

Confirmado

01

Descartado

01

Óbitos

04

Total de notificações

35



Amostras de macaco

O Laboratório Central do Espírito Santo (Lacen-ES) recebeu e enviou para análise 42 amostras de macacos. Até o momento, saíram os resultados de cinco amostras de macacos com febre amarela em Irupi, Colatina, Venda Nova do Imigrante e Laranja da Terra (02).



Amostras de humano

O Lacen-ES recebeu e enviou para análise 35 amostras de humanos. Até o momento, 20 resultados retornaram: um confirmado para febre amarela silvestre e os demais continuam em investigação, mesmo com o retorno do resultado, devido a resultado cruzado. 



Doação de sangue

O Hemocentro do Estado do Espírito Santo (Hemoes) pede o apoio da população para doar sangue. Quem tomou a primeira dose de vacina contra a febre amarela ou a dose de reforço – que é aplicada dez anos após a primeira – deve aguardar 30 dias para doar sangue.









quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Prevenção à febre amarela leva a fechamento de quatro parques estaduais


Foto: Caca Lima
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Seama) e o Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) – com orientação da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) – fecharão, temporariamente, quatro parques estaduais a partir desta sexta-feira (27). A intenção é preservar os visitantes e funcionários do contato com o vírus da febre amarela, bem como proteger a fauna local de uma possível contaminação por alguém que possa estar com a doença.

A ação, que é uma medida preventiva, será adotada nos parques de Pedra Azul, em Domingos Martins; Forno Grande e Mata das Flores, em Castelo; e Cachoeira da Fumaça, em Alegre. Os parques estaduais de Itaúnas e Paulo César Vinha, em Guarapari, permanecem abertos e monitorados, bem como as demais unidades de conservação. Caso haja necessidade, essas duas unidades também serão fechadas temporariamente
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